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Corpo do estudante Gabriel Brenno, morto em Teresina, é enterrado em Caxias-MA

A Central de Inquéritos de Teresina expediu nessa terça-feira (23) um mandado de prisão preventiva contra Deivid Ferreira de Sousa, que agora é considerado foragido da Justiça.

25/07/2019 11h27
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Por: Ronaldo Mota
Corpo do estudante Gabriel Brenno, morto em Teresina, é enterrado em Caxias-MA

O corpo do estudante Gabriel Brenno Nogueira da Sila Oliveira, de 21 anos, foi sepultado no fim da tarde desta quarta-feira (24/07) no cemitério Nossa Senhora de Nazaré, no bairro Fazendinha, também em Caxias, a a 360 km de São Luís-MA. Gabriel morreu na terça-feira, depois de seis dias internado no HUT em Teresina. Ele foi baleado na cabeça no dia 17 de julho.

Familiares e amigos seguiram o cortejo com o corpo, que saiu do Centro Paroquial da Igreja de Nossa Senhora de Nazaré, no bairro Trizidela, em Caxias, até o cemitério e pediam justiça. O suspeito de atirar na cabeça do estudando, o mestre de obras Deivid Ferreira de Sousa, de 35 anos, continua foragido.

 

Fotos: Mareclo Cardoso/GP1

POLÍCIA FAZ BUSCAS NA CASA DO SUSPEITO

Policiais civis estiveram na manhã desta quarta-feira (24) na casa do suspeito de atirar na cabeça do estudante Gabriel Brenno Nogueira da Silva Oliveira, 21 anos. Eles realizaram buscas na residência, localizada no Parque Universitário, Zona Leste de Teresina, e apreenderam um computador, que será analisado pela perícia. O suspeito, identificado como Deivid Ferreira de Sousa, e a arma do crime não foram encontrados.

A Central de Inquéritos de Teresina expediu nessa terça-feira (23) um mandado de prisão preventiva contra Deivid Ferreira de Sousa, que agora é considerado foragido da Justiça.

“Fomos cumprir o mandado de busca e apreensão, com o objetivo de prender o suspeito e a arma utilizada no crime. Estivemos em duas residências: na casa da mãe e na casa dele e lá conseguimos apreender um computador que está à disposição do 1° Distrito Policial, para que seja realizado perícia no sentido de levantar algum indício de prova relacionada ao crime, como as mensagens que foram enviadas a vítima”, explicou Joatan Gonçalves, coordenador do Grupo de Apoio Operacional (GAO).